domingo, 29 de janeiro de 2012

Ação da Tissot - Experimente o seu relógio.

Achei muito interessante esta ação da Tissot usando a tecnologia de realidade aumentada. É um exemplo de como a tecnologia permite novos relacionamentos com os consumidores. Permite uma experiência única - poder experimentar o relógio virtualmente para saber se combina com você, é uma experiência, no mínimo inusitada. Ajuda no fortalecimento da marca, devido ao fato de transmitir uma imagem de modernidade, tecnologia e vanguarda. Proporciona um ótimo viral para a empresa. Não tenho dúvida de este é o futuro que nos espera, a tecnologia permitindo, cada vez mais, uma experiência inesquecível em seu relacionamento com as empresas.


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O futuro das compras?

O ganhador do Grand Prix de mídia em Cannes foi uma ação do supermercado Tesco na Coréia do Sul. Foram colocados painéis com a figura de vários produtos. Por meio de smartphones os consumidores compram os produtos e os recebem em casa. Será este o futuro das compras?

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Como tratar os mitos...


Em épocas de alta conexão dos consumidores, os mitos surgem a todo momento. São aqueles verdadeiros (que deixam de ser apenas mitos) e as lendas urbanas (como animais encontrados dentro das garrafas de refrigerante, que o arrecadado no Mc Dia Feliz não é repassado para as instituições, entre outros). Estes últimos podem tomar grandes proporções caso a organização não se posicione.
Neste posicionamento existem aquelas empresas que "não se posicionam". Deixam que as notícias percam a sua força natural. Apenas correm o risco do boato demorar demais para desaparecer, ou se tornar sinônimo do produto. CCE, Kaiser, Fiat 147.
Outras procuram "o confronto". Deletam comentários negativos em suas redes sociais (é desagradável, pois as pessoas acabam sabendo), tentam desacreditar aqueles que o criaram (pior ainda, pois acabam por colocar mais lenha na fogueira) ou, simplesmente abrem um processo contra os seus criadores.
Por último temos aquelas que aproveitam a oportunidade. Sabem do poder das redes sociais e tornam o boato/mito em algo que pode servir até como forma de educar o consumidor. Foi o que fez a Ruffles.
De tanto receber críticas nas redes sociais relacionadas a quantidade de ar que vem armazenado em suas embalagens de batata frita (um mito/boato de que a quantidade de batatas seria menor que a informada e que estariam enganando o consumidor - deve ser boato da concorrência) postou em sua página no Facebook um infográfico explicando, de forma didática (parece os infográficos da revista Superinteressante) e sem criticar ninguém, os motivos da quantidade de ar (uma espécie de airbag para as suas batatinhas). E, ainda aproveitou a oportunidade para contar um pouco da história da empresa e do produto.
Uma boa lições de como tratar os boatos que surgem nas redes sociais.


  

sábado, 14 de janeiro de 2012

10 idéias de negócios para 2012

Vale a pena conferir:

Top 10 - Ideias de negócios e oportunidades para 2012

http://www.springwise.com/springwise/top-10-business-ideas-opportunities-2012/





terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Desmistificando as 12 tendências para 2012


Um excelente 2012 para todos!!!!

Ano novo, vida nova...Após as festas, vamos começar a pensar em marketing, não é mesmo? Para aquecer, que tal dar uma olhada nas tendências para este ano?

O site Trendwatching  publicou, baseado em uma pesquisa realizada com 160 mil profissionais de negócios em mais de 180 países as 12 tendências para o ano de 2012,  vamos a elas:

1. Red Carpet. Os chineses (e para alguns, os consumidores de países em desenvolvimento, inclusive o Brasil) são os novos imperadores do consumo. De olho neste contingente de consumidores "endinheirados" empresas estão, literalmente, estendendo o "tapete vermelho" para eles. O Hotel Hilton oferece, entre outros serviços personalizados, check-in em mandarim. Lojas em Miami já estão com equipes de vendas exclusivamente treinadas para atender aos brasileiros.

2. Diy Health. A crescente preocupação com a saúde esta conduzindo ao aumento do número de pessoas interessados em monitorá-la. Segundo o site, já existem 9.000 aplicativos na App Stores para ajudar nesta tarefa. Vão desde ao diagnostico da malária, teste de audição e monitoramento da pressão. Poderíamos dizer que é uma evolução do Dr. Google, aquela pesquisa básica que todo paciente faz antes de visitar o seu médico. Agora, além da pesquisa, temos o monitoramento.

3. Dealer-Chic. É a busca por melhores ofertas em termos financeiros. Aquela famosa pechincha, que antes poderia ser algo a esconder, até mesmo meio "cafona", esta se tornando, principalmente na Europa e nos Estados Unidos devido a crise financeira, um modo de vida a ser valorizado. Se antes os consumidores escondiam o preço que havia pago em um produto em liquidação, hoje fazem questão de mostrar e comentar com os outros.

4. Eco-Cycology. Os consumidores buscarão, cada vez mais, empresas que se preocupam com a reciclagem. Mas não será somente em seu processo fabril, mas também no seu  descarte após o uso. Não basta apenas se preocupar com a parte interna da empresa e educar os consumidores para o uso consciente dos recursos naturais. É preciso cuidar dos "rastros" que seus produtos deixam pelo caminho. A Nike, atenta a esta tendência e preocupada com a sua imagem corporativa, já recolheu (e reciclou) mais de 25 milhões de pares de sapato.

5. Cash-Less. É a tendência do fim do dinheiro físico. Com as novas tecnologias e com os novos formatos de relacionamento entre as empresa e os seus consumidores, como o comércio digital e o PayPal, os valores monetários estão se tornando cada vez mais virtuais. Também temos os celulares que funcionam como formas de pagamentos em máquinas de vending machine o que reduz a utilização do dinheiro físico.

6. Bottom of the Urbain Pyramid (Boup). Com a crescente urbanização e a ascensão da baixa renda, as empresas deverão começar a pensar em formas eficientes para atendê-los, como adaptar  produtos para pessoas com dificuldade de leitura, preços adequados ao seu bolso, e uma maior simplicidade de uso.

7. Idle Sourcing. É a procura por produtos simples, que possam ser usados sem esforço, que tragam uma ótima experiência de consumo, que facilite a vida dos usuários. São oportunidades para as empresas desenvolver produtos que tragam agilidade nas transações comerciais. Os meios digitais, como os sites de compra, foram um grande avanço, mas ainda existe muito a ser trabalhado.  

8. Flawsome. Os consumidores estão procurando marcas mais humanas, que admitam as suas falhas e saibam lidar com elas. É o que deveria ter feito a Toyota quando identificou os problemas em seus automóveis. Ao invés disso, resolveu escondê-los o maior tempo possível. Este pequeno deslize causou um belo prejuízo para a marca.

9. Screen Culture. São os espaços urbanos sendo tomados por telas, cada vez mais, interativas. É a oportunidade que se abre para as empresa de, em todos os pontos de contato com os consumidores, procurar formas de interatividade.

10. Recommerce. É a tendência das pessoas em trocar produtos usados por descontos na compra de um novo produto ou revender aquilo que já não querem mais.

11. Emerging Maturialism. É a tendência dos consumidores preferirem marcas que vão além dos limites convencionais em suas propagandas e promoções. São ações ousadas e que causem um grande impacto como as antigas propagandas da Benetton.

12. Point & Know. Demonstra a busca, por parte dos consumidores, em recompensas visuais instantâneas. Com as tecnologias cada vez mais disponíveis às empresas, é uma forma de, em tempo real, possibilitar informações instantaneamente via celular ou outros dispositivos móveis, de informações sobre os seus produtos e inúmeras possibilidades de interação. 

Fonte: 

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