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domingo, 8 de dezembro de 2013

Uma boa propaganda - Visa - Todos são bem-vindos

Muito boa esta propaganda. Contém uma boa história, consegue transmitir de forma clara o posicionamento da marca, envolve os consumidores por tratar de assuntos culturalmente brasileiros como paixão por futebol e nossa habilidade de receber bem os nossos visitantes, além, é claro, do humor característico das boas propagandas. Muito bom mesmo.

sábado, 30 de novembro de 2013

O poder dos pequenos prêmios

Qual foi a última vez que você surpreendeu o seu cliente com um pequeno brinde ou premiação? Não se lembra? Bom, então acho que está no momento de repensar esta estratégia.
Hoje, quando eu estava na fila da Starbucks para tomar o meu “café expresso com um dedo de água” (sim, eles me atendem com este pedido um pouco incomum) uma aluna que estava ao meu lado ganhou um brinque por meio de um sorteio. Com a frase “você foi premiada” ela ganhou uma bebida gratuita na loja. A reação foi imediata, a aluna vibrou e nós que estávamos na fila vibramos (ou ficamos com inveja por não termos sidos escolhidos).
Com um pequeno gesto, além de surpreender o consumidor, gerou um boca a boca espontâneo para a marca.
Quanto custou esta ação para empresa? Com certeza uma ninharia. Qual o retorno desta ação? Muito, não só pela ganhadora que irá contar para todo mundo, mas também por todos aqueles consumidores que estavam na loja e criaram um sentimento de “eu também quero”.
Portanto, se faz tempo que não surpreende seus consumidores com gestos simples, comece a repensar suas estratégias, pois, com certeza, seu concorrente estará pensando.

Bom pensamento mercadológico para você!!!

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Hoje não vou escrever....

Hoje, na maior parte das empresas, o marketing é ineficiente e, por isso, considerado uma atividade inteiramente indispensável. Muitos profissionais de marketing e seus chefes talvez não admitam isso, mas reparem só no que eles fazem. Sempre que o orçamento está apertado, o marketing é uma das primeiras coisas a serem cortadas. Minha principal convicção (...) é que o marketing é uma ciência e que gastar em marketing é um investimento que traz retorno. Como ciência, o marketing pode ser medido. Ele precisa ser levado em consideração. E, acima de tudo, precisa ser compreendido. Se você acha que marketing significa apenas fazer comerciais atraentes aos olhos e de vez em quando aumentar o volume de vendas com descontos e promoções, você está frito. Nunca terá sucesso.”


Sérgio ZymanO fim do Marketing como nós conhecemos. – Editora Campus.

Nem precisei escrever. Acho que o autor resume tudo que pensamos em termos de Marketing. 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Concorrência... uma questão de Marketing.


Quando pensamos na concorrência, um dos desafios para os gestores é como trata-la. Será que vale a pena atacar o seu inimigo de batalha, ainda mais quando ele é o líder da categoria?

Falando em termos de concorrência, Al Ries e Jack Trout, em seu livro Marketing de Guerra, mencionam que o Marketing do futuro deve se basear no concorrente, e não no consumidor como estamos acostumados a mencionar. A lógica é que sendo melhor que os concorrentes, naturalmente uma organização será melhor para o seu consumidor. É uma forma de pensar interessante, que gera muita discussão, mas ainda permaneço com a ideia de foco no consumidor.

Voltando ao ato de atacar ou não um concorrente líder de mercado um caso que ganhou espaço nas discussões mercadológicas e ainda é usado como exemplo em aulas de Marketing, foi a briga entre a Schincariol e a Ambev. Um daqueles casos de David contra Golias, mas nesse caso, ao contrário da história bíblica, o Golias ganhou de goleada. A Schincariol em uma ação meio que suicida (para alguns inteligente) resolveu enfrentar em igualdades de condições a Ambev. Para isso, no lançamento da Nova Schin em um ataque frontal ao líder de mercado literalmente roubou o garoto propaganda a Brahma, o pagodeiro Zeca Pagodinho.

Com a capacidade de investimento das grandes corporações, a Ambev aguardou que os investimentos da Schincariol cessassem e começou sua estratégia de ataque. Primeiro trouxe de volta o cantor, e lançou uma propaganda na qual ironizava o concorrente e valorizando sua volta para uma cerveja de qualidade. Depois, em outra ofensiva, criou uma campanha de sua outra marca, Antártica, para atacar a Schincariol. Criou a BOA – Bebedoras Oficiais da Antártica que era protagonizada por atores globais de muito sucesso. Foi um ataque em duas frentes que minou a força do concorrente.

Também podemos citar o caso da Dolly que tentou atacar a gigante Coca-Cola alegando que os ingredientes de sua fórmula secreta deveriam ser disponibilizados para todos em mercado brasileiro. Para isso criou um slogan que alegava que brasileiro gosta de refrigerante de brasileiro. Bom, já conhecemos o resultado. Nem um bom slogan é capaz de mudar o gosto dos consumidores e, apesar do estardalhaço que fizeram, não melhorou as suas vendas.

Mas também temos casos de sucesso, no qual David venceu Golias, como a Apple que atacou a IBM na década de 1980. Ficou famoso o seu comercial “1984” para o lançamento do Macintosh. Seu foco era colocar a gigante IBM como o “Grande Irmão” capaz de transformar os usuários em pessoas submissas aos seus computadores sem frios e sem criatividade. Com esta estratégia que desafio o grande líder, conseguiu se destacar no mercado como uma empresa inovadora e contra o status quo. Um sucesso instantâneo.

Agora, porque a Apple conseguiu desafiar o gigante com sucesso e os outros casos não? Simplesmente porque não é desafiar por desafiar. É ter uma estratégia sólida de Marketing, um produto de qualidade superior, um pensamento em longo prazo e não apenas vendas pontuais, e uma proposta única de venda diferenciada dos demais competidores de mercado. Assim, no mundo dos negócios existe a possibilidade de David vencer Golias... claro, desde que pense em Marketing.    

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Uma estratégia de Marketing Multissensorial


Esta semana a Pepsi divulgou o desenvolvimento de um dispositivo que libera o aroma de seu refrigerante ao abrir a garrafa. Mas, porque isso? Simples, em pesquisas realizadas com os seus consumidores constatou que, ao abrirem a embalagem, o primeiro aroma que sentem é o do plástico da embalagem. Isso devido ao fato que o gargalo da garrafa é estreito, e os consumidores sentem primeiro o cheiro de plástico para depois sentir, se é que sentem, o aroma do refrigerante.
Com a constatação que o aroma do refrigerante poderia afetar o paladar, criou um dispositivo que libera aroma do refrigerante ao abrir a garrafa.

É uma boa ideia da empresa, mas qual o nome desta estratégia? Marketing Multissensorial, que consiste em trabalhar com outros sentidos que não sejam apenas a visão e audição. É a percepção que todos os elementos de um produto podem, e devem, transmitir uma mensagem da empresa.

São várias empresas que trabalham, consciente ou não, com estas estratégias. A Harley Davdson que tentou patentear o ronco de seu motor; a Kellogg´s também tentou a patente do som crocante que ouvimos a mastigar os seus cereais; a Daimler-Benz usa o som das portas quando fecham porque transmite segurança para as mulheres; o aroma dos cafés da Starbucks que é trabalhado de forma estratégica para instigar o consumidor;  a garrafa da Coca-Cola com as suas formas arredondadas reconhecida em qualquer lugar; o corpo da boneca Barbie. Note que não precisa nem mostrar a marca do brinquedo que já sabemos a quem pertence; o formato de um I-pod e os seus plugs brancos, entre outras ações.

Em um mercado que está cada vez mais difícil conseguir a atenção dos consumidores, usar outras sentidos para fortalecer o relacionamento com os consumidores é uma ótima estratégia. No caso da Pepsi, aguardamos o lançamento deste disposto, pois, as pesquisas indicam que o olfato é um dos sentidos que melhor estimulam a nossa memória. Assim, use aromas para despertar lembrança de seus consumidores.

Para aqueles que desejam aprofundar os seus conhecimento do assunto, sugiro a leitura de BrandSense de Martin Lindstrom.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

O seu SAC é estratégico ou operacional?

Se você ficou em dúvida no momento de responder, ou se não possuí um Serviço de Atendimento ao Consumidor em sua empresa, acho que está no momento rever suas estratégias mercadológicas.

Caso em sua empresa exista este departamento, você naturalmente respondeu operacional, pois, sua responsabilidade é aplicar ou ajudar na aplicação das estratégias de Marketing pensadas para a organização como um todo, não é mesmo? Conceitualmente é verdade, mas o SAC pode sim ser uma indispensável ferramenta estratégico mercadológica. Saber ouvir aos clientes é uma arte que poucos dominam. E saber que o SAC não é apenas uma despesa, e que não deve ser usado somente para ouvir as reclamações dos clientes, é um ótimo caminho para o sucesso.

Em minhas aulas costumo sempre dizer para agradecerem aquele cliente que reclama. Sabe por que? Este cliente está lhe dando uma segunda chance. Uma nova oportunidade de acertar. Aquele que não reclama, com toda certeza, já migrou para o concorrente. Assim, não perca esta oportunidade.

Procure confiar no cliente. Saiba ouvi-lo, pois, como ele está usando o produto, com toda certeza, sabe um pouco mais do que o fabricante das dificuldades e potencialidades do produto. Confie em seu consumidor. Acredite, ele tem boas ideias.

Em relação aos aspectos estratégicos do SAC, a última edição da revista HSM, trouxe algumas informações que achei interessante. São dados norte-americanos, mas com toda certeza, tem muita relação com o nosso mercado.

O que os consumidores pensam do SAC:

9 em cada 10 entrevistados alegam decidem as suas compras tomando como base o serviço de atendimento ao consumidor.

6 em cada 10 não retornam depois de não ter recebido a atenção devida por parte das empresas.

85% pagariam mais por um serviço melhor.

50% alegam que se ficarem mais de uma semana sem receber respostas da empresa vão procurar o concorrente.

60% já discutiram com um atendente do serviço de atendimento ao consumidor.

               E, para completar, as principais reclamações:

1.      Desrespeito.

2.      Demora no retorno da empresa.

3.      Companhia que não cumpre o prometido.

4.      Em caso de reclamação, a companhia tenta vender outro produto.

5.      Vagar por vários setores da empresa para registrar sua reclamação.

6.      Lista de perguntas mais frequentes ineficientes.

É para refletir.... e para pensar melhor o seu SAC. Saiba ouvir e pensar mercadologicamente.

 

domingo, 1 de setembro de 2013

O desafio de ir além...

Cada vez que o mercado torna-se maduro, cresce a necessidade das empresa em ir além. Ir além dos produtos oferecidos, de suas propagandas tradicionais, de sua forma de relacionamento com os consumidores, da cópia simples dos concorrentes, das formas de distribuição, enfim, ir além do que o mercado se espera. Tem que existir a busca constante em inovação em suas estratégias de Marketing para conseguir sobreviver neste mercado darwiniano.
Um exemplo desta situação é o mercado de cerveja. Após uma lua de mel com o mercado brasileiro, no qual passou por um crescimento graças ao maior poder de compra de uma classe média ávida por consumir novidades, e por uma grande parte da população trocar a cachaça por cerveja, o mercado está estagnado.
Segundo matéria publicada na revista Exame, quando a renda per capta atinge 22.000 dólares, existe uma estagnação natural e uma queda do consumo de cerveja. Apesar de ainda estarmos na faixa de 11.300 dólares começa a aparecer os primeiros sinais de estagnação. Este processo ocorre porque as pessoas, da mesma forma que trocaram a cachaça pela cerveja, começam, em um processo natural, a experimentar outros tipos de bebidas, como por exemplo, o vinho (atenção comerciantes de vinho, vejam a oportunidade que surge...!!!).
Esta mudança do mercado exigirá por parte da empresas repensar as suas estratégias. Deverão ir além de suas ações tradicionais, com preços mais adequados, pois o preço da cerveja está sempre subindo sem um processo adequado de agregar valor ao produto. Terão que pensar em formas de vender mais litros para os mesmos consumidores com produtos diferenciados, embalagens criativas e promoções mais inteligentes – apenas mulheres sensuais pode ser que não represente vendas substanciais.
Enfim, terão que ir além de suas estratégias tradicionais. Algumas já estão em prática como as embalagens da Skol que se transformam em objetos de arte, embalagens retornáveis e cervejas Premium.
Vamos aguardar a reação das empresas de cerveja e aprender com estas lições, pois, independente de qual seja o seu negócio, esta situação, mais dia menos dia, chegará até você.

Assim, antecipe-se ao mercado e o transforme em oportunidades antes de seus concorrentes.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

O que você está fazendo pelo Marketing de sua empresa?




Que o objetivo de Marketing é satisfazer as necessidades e desejos dos consumidores, agregar valor ao seu produto ou marca, diferenciá-lo dos concorrentes e ter uma filosofia centrada no consumidor, isso todo mundo já sabe, mas o que você está fazendo em seu dia a dia para ajudar o Marketing de sua empresa?

Como já comentamos em várias oportunidades o Marketing de sua empresa é tão, mas tão importante para a organização que não pode ser restrito a uma área departamental, sendo assim, todos os colaboradores da empresa tem um papel fundamental neste processo. Não podemos deixar que apenas o departamento de Marketing pense nos diferenciais do produto e procure agregar valor as ofertas da organização, esta responsabilidade é de todos.

Portanto, faça uma pequena reflexão.... pense nas atividades que desempenhou na última semana: Para quantos clientes você ligou para agradecer o fato dele preferir você ao invés da oferta do concorrente? Quantos “presentinhos” você mandou este mês para aqueles consumidores fiéis?  Ligou para alguém para perguntar se tem alguma sugestão de melhoria em seu produto? Se está satisfeito com o atendimento? Para quantos clientes inativos você ligou para saber o motivo de não voltar a comprar de sua empresa? Qual foi a última vez que surpreendeu o seu cliente com uma oferta especial, com um desconto sem ele pedir ou simplesmente com uma ligação para saber como ele está?

Se todas estas ações são estranhas à você, ou já faz algum tempo que não as usa, pode ter certeza que você não está ajudando muito o Marketing de sua empresa. E olha que surpreender o cliente não custa muito.

Um famoso escritor de Marketing norte-americano conta um caso muito interessante. Ao chegar à um hotel, perguntou ao atendente se em seu quarto tocaria as músicas de sua banda favorita no sistema de som. Após a negativa, acho que não era uma das bandas mais famosas, ele foi para o seu quarto descansar antes de sair para uma palestra. Quando já estava acomodado, ele foi surpreendido com o atendente do hotel batendo em sua porta e o presenteando com um CD de sua banda. “Como no sistema de som do hotel não tem a sua banda preferida, resolvi, para que sua estadia seja a melhor possível, presenteá-lo com este CD.”

Isso é surpreender o cliente. Quanto custou para empresa este pequeno “mimo”? Nada, foi apenas uma questão de Marketing que naturalmente surpreendeu o cliente e, o melhor ainda, foi citado em seu livro e, com toda a certeza, compartilhado com todos os seus conhecido, um verdadeiro boca a boca positivo para a empresa.

E você, qual foi a última vez que surpreendeu o seu cliente? O que esta fazendo para ajudar o Marketing de sua empresa?
 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Dica de leitura

Em muitos momentos de nossa vida de marketólogos precisamos de informações pontuais e, acima de tudo, confiáveis. Com tantos dados disponíveis na rede fica difícil saber em qual confiar, não é mesmo?
Um dos meus locais preferidos para pesquisa é o portal do Marketing (http://www.portaldomarketing.com.br). É um local muito bom para pesquisas e administrado por um profissional muito competente, com uma vasta experiência, tanto na área empresarial como acadêmica, Daniel Portilo Serrano.

Vale à pena conferir...

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Para entender os consumidores...



Entender o comportamento do consumidor é uma das tarefas mais desafiantes que existe. Isto devido ao fato que nós, não apenas como consumidores, mas também, como pessoas, estamos em constantes mudanças. Mudanças em nossa forma de pensar, de agir e, em nosso caso específico de se relacionar com as empresas. Ainda bem, pois se estas mudanças não ocorressem à vida seria muito chata.
Para o melhor entendimento dos consumidores com o objetivo de satisfazer as suas necessidades e desejos, vários métodos forma desenvolvidos, desde aquelas que tratam das influências que afetam a decisão de compra como os fatores Culturais (Hábitos e costumes), Sociais (a pressão dos grupos sociais que esta inserida), Pessoais (o estágio em seu ciclo de vida) como Psicológicos (relacionados à motivação) até aquelas que tratam dos aspectos antropológicos e biológicos. Todos estes métodos são fundamentais para o entendimento dos consumidores, mas se considerarmos que mais de 85% (alguns teóricos já falam em 95%) das decisões de compra são tomadas no subconsciente, realmente existe uma grande tarefa pela frente.
Perante esta quantidade de variáveis que devem ser estudadas para ter um adequado conhecimento do que leva um consumidor a adquirir/preferir determinadas marcas ou produtos, uma dica que dou é bem simples: ouvir.
Para poder entender os consumidores todo profissional, seja ou não da área de Marketing, deve desenvolver uma habilidade bem simples, saber ouvir as pessoas. Você já reparou como os brasileiros gostam de uma boa “prosa”? Diferente de outros países que as pessoas, apesar de serem muito educadas, não gostam muito de conversar (veja os norte-americanos, por exemplo), nós gostamos de uma boa conversa, seja no ponto de ônibus, na fila do cinema e... no ponto de venda.
Ciente de nossa característica comece a desenvolver a habilidade de ouvir. Sei que é uma tarefa difícil, pois, com a agitação de nossa vida não temos tempo para nada, inclusive para ouvir os outros. Mas, tenha certeza que isso irá torná-lo um profissional diferenciado.
Mantenha uma boa conversa com os seus clientes. Pergunte se foi bem atendido, se todos os produtos estavam disponíveis (mas não da forma automática como os caixas de supermercado), se o atendimento foi rápido e cordial, se existe algo que pode ser melhorado (se a sugestão for cabível, mude, melhore e agradeça a informação), quais os motivos de escolher a sua empresa, se pesquisou outro produto antes da escolha, enfim, incentive o seu consumidor a falar e procure ouvir com toda atenção às críticas e sugestões que ele menciona.
Uma pequena ressalva em relação às críticas. Fique feliz por recebê-las, pois, quem critica esta dando a chance de sua empresa melhorar. Aqueles que ficam insatisfeitos e não falam nada, dificilmente voltarão a comprar.
Devido à cultura do brasileiro de gostar de uma boa conversa, todas estas informações serão dadas de forma natural e, o mais importante, este diálogo ajudará a manter um relacionamento mais íntimo  e duradouro com os seus consumidores. Irá quebrar o “clima frio” que normalmente existe nestes relacionamentos e, os dois lados irão se beneficiar, os consumidores que se sentirão importantes e sua empresa por poder melhorar em relação aos concorrentes de mercado.
Vale a pena tentar, afinal de contas, quem trabalha com Marketing tem que obrigatoriamente gostar de pessoas e.... saber ouvi-las.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

O Novo Velho Marketing - Questione o seu negócio

O que diferencia uma empresa vencedora, aquela que é capaz de se adaptar as intensas mudanças que ocorrem na sociedade, é a sua capacidade de se reinventar. É a habilidade de questionar a seu negócio permanentemente. É o ato de pensar todo dia em Marketing,  debruçar-se todo o momento sobre o seu mercado para verificar a existência de novos produtos, novas formas distribuição, de ferramentas de comunicação adaptadas ao seu mercado, de analisar se a sua proposta única de venda ainda é capaz de fazer com que os seus clientes comprem mais do seu produto. É o questionamento sistematizado de seu negócio.
Este questionamento deve ser feito mesmo quando a empresa ocupa uma posição de liderança. Pensar no negócio apenas em momentos de crise não é algo lógico. No momento em que a empresa passa por dificuldades toda e qualquer decisão será tomada por forte estresse emocional, o poderá incapacitá-la de vislumbrar as verdadeiras oportunidades de mercado.
Ao contrário das empresas tradicionais, as vencedoras se reinventam mesmo sem um concorrente ameaçando a sua liderança (o que é mais fácil para criar novas oportunidades de mercado sem um concorrente ameaçando seu futuro negócio), sem que as suas vendas estejam em um processo de declínio (permite melhores investimentos no novo negócio), sem que a sua imagem esteja defasada. São empresas que mesmo estando em posição confortável questionam o seu negócio e lutam para mudar, tanto a empresa como o ambiente. Não esperam que o mercado mude, elas que mudam o mercado na criação de um ambiente para os concorrentes tenham que correr atrás e se adaptar.
Um caso de reinvenção de negócio é o da Mauricio de Souza Produção. Esta empresa líder nacional do setor, e segundo o próprio Maurício, a segunda maior empresa de quadrinhos do mundo em termos de vendagem, conseguiu reinventar um negócio lucrativo. Com uma forma de desafiar sua própria empresa e os preceitos enraizados em sua cultura mudou, ousou e se reinventou. Desafiou todos os prognósticos e lançou a Turma da Mônica Jovem. O que parecia uma heresia, e para os pessimistas de plantão, um fracasso, se tornou um grande sucesso. A empresa teve a capacidade de repensar e questionar o seu negócio lucrativo. Agora possui o diferencial de acompanhar o gosto e preferência de seus leitores por diversas fases de sua vida. Em um mercado que sofre com a concorrência de revistas em quadrinho norte-americanas e japonesas, consegue reinar como uma das mais vendidas no mercado, simplesmente com uma formula muito interessante: identificar as necessidades de mercado,  entender  as mudanças em termos de gostos e preferências dos consumidores e vender mais para os mesmos clientes. Uma ótima lição de marketing.
O NOVO VELHO MARKETING
As necessidades de mudanças de produtos, mercados e abordagens mercadológicas sempre foram necessárias. A diferença é que atualmente, elas estão mais intensas. Os consumidores estão cada vez mais informados, conectados e sabedores de seus direitos. Os concorrentes estão cada vez em maior número. Eles podem estar presentes em todos os locais, pois, a tecnologia assim permite. Falando em tecnologia, ela é capaz de revolucionar mercados. Acabar com empresas da noite para o dia. Desta forma, repensar as suas estratégias de relacionamento com o mercado deve ser um exercício diário. Deve fazer parte do DNA da empresa.

Este artigo é informação livre. Copie, distribua, envie por e-mail ou publique em seu site. Apenas informe a fonte: http://desmistificandoMarketing.blogspot.com

terça-feira, 11 de junho de 2013

Dica de Leitura - Marketing Boca a Boca

Em épocas de alta conexão entre empresa e consumidores, consumidores e empresa e, consumidores e consumidores, nada melhor que uma estratégia de Marketing boca a boca para alimentar os burburinhos positivos em relação ao seu produto, marca ou empresa. Agora, por se tratar de um assunto tão importante, deve ser muito bem planejado. O livro de Andy Sernovitz - Marketing Boca a Boca - Editora Cultriz, oferece todos os subsídios para um adequado planejamento desta importante estratégia de marketing. Já devorei o livro e realmente possuí dicas interessantes, vale a pena conferir.


Ajude as pessoas a falar de sua empresa!!! 

sexta-feira, 31 de maio de 2013

A banca da dona Carmine

O Marketing é simples. Basta uma visão atenta para que possamos percebê-lo à todo momento em nosso dia-a-dia. E o mais importante, com uma simplicidade e eficiência que nem as grandes corporações, com seus vastos investimentos, nem sempre conseguem aplicar, principalmente pela distância que procuram manter de seus consumidores.
Para exemplificar, contarei o caso de Carmine Labanca (nome fictício para a dona da banca  – foi o nome do imigrante italiano que montou a primeira banca de Jornal no Brasil). Ela tem uma banca de jornal no estacionamento de um supermercado perto de minha casa. É uma banca simples se comparada com tantas que existem nos grandes centros, mas completa em sua variedade de ofertas.
Um dia desses, em minhas férias, eu estava procurando por uma coleção de revistas que coleciono. Já havia passado em várias bancas, mas a resposta era a mesma: “não tenho, já acabou, ou não sei do que esta falando”. Após várias buscas e desapontado, acabei chegando à banca da Carmine. Como ocorreu nas outras vezes, a resposta foi que já havia vendido todos os exemplares. Fiquei mais uma vez chateado, pois não queria perder a coleção. Estava saindo cabisbaixo quando Carmine disse: “me deixe o número de seu celular que conseguirei a revista para você”.
Como já estou acostumado com falsas promessas da maioria das empresas que transacionamos, deixei o número meio a contragosto, pois, achei que seria apenas um ato de educação de sua parte, ou de pena ao ver minha decepção por passar em mais uma banca e ter meu desejo frustrado mais uma vez.
Pois, não é que após dois dias recebo uma mensagem no celular avisando que a minha revista havia chegado e que, se ainda tivesse interesse estaria me esperando? Este fato ocorreu há quase um ano e, toda vez que minha revista chega (é quinzenal e já estamos no número 25!!), recebo uma mensagem muito educada informando a sua disponibilidade. Nunca falha. Ás vezes vejo em outras bancas que a revista chegou, mas, aguento firme o meu impulso de comprar em outro local e fico aguardando a mensagem da Carmine.
Este é um caso do poder do Marketing. Provavelmente sem estudar o assunto, Carmine consegue usar várias estratégias de mercadológicas para fidelizar os seus clientes. Sem a tecnologia à disposição das grandes corporações e, com o uso de um celular e uma caderneta, consegue ter mais informações de seus clientes do que as grandes corporações. Sua caderneta é o seu CRM (Customer Relationship Management), seu olhar atento é seu SIM (Sistema de Informação de Marketing) e o seu celular a ferramenta de comunicação.
Com a sua caderneta anota cuidadosamente quem são seus clientes, seu telefone ou endereço, o que costumam comprar e a data de compra. Em uma ocasião ela mandou uma mensagem informando que a editora estaria lançando uma nova coleção nos moldes da que compro, e se eu tivesse interesse, naturalmente a guardaria com todo grado. Ela soube, com base nas minhas informações, fazer vendas cruzadas, manter o cliente atualizado, fazer com que as pessoas comprem mais (ao invés de gastar algumas centenas de reais para conseguir novos clientes) e, talvez o mais importante, procura manter um relacionamento íntimo e duradouro com os seus clientes -  o principio básico de toda estratégia de Marketing de Relacionamento.
O seu sistema de Informação de Marketing é alimentado por sua habilidade de conhecer os seus clientes, por meio de conversas, observações e pedidos que os mesmos costumam fazer no momento da compra.
Sua comunicação com os clientes, ao menos em meu caso, faz parte das modernas táticas de Marketing de Permissão. Como ela possuí o meu telefone, poderia mandar uma enxurrada de informações à respeito de revistas de tudo quanto é tipo, mas não, existe apenas mensagens em datas especiais (natal e ano Novo) e quando chega a minha revista. É saber o limite entre uma mensagem importante e o inconveniente.
Com poucas ferramentas ao seu dispor, mas com uma vontade de satisfazer plenamente as necessidades e desejos de seus consumidores, Carmine é um ótimo exemplo da simplicidade do Marketing.
Por estas e outras que afirmo que o Marketing não tem mistério, seu custo é baixo e, basta apenas ter foco no cliente.
Bom pensamento mercadológico para você!!!!

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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Surpreenda o seu consumidor


Em épocas de fragmentação das mídias e "briga" pela atenção dos consumidores, o que vale é a criatividade. Apenas cuidado para não matar o consumidor do coração!


Colaboração do Prof. Bandeira

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Dia do Profissional de Marketing



Parabéns para você que....
Consegue ler o mercado
Identifica necessidades e desejos
Pensa no cliente em primeiro lugar
Promove produtos melhor que ninguém
Esta presente em todos os lugares com uma oferta diferenciada
Sabe o preço a ser cobrado de cada consumidor
Posiciona-se de uma forma distinta
Não trata os clientes como iguais
Sabe que o mercado deve ser dividido – divido para ser multiplicado
Tem habilidade de se colocar no lugar do consumidor e pensar como ele
E sabe se diferenciar
Parabéns MARKETÓLOGO!!!!

domingo, 28 de abril de 2013

O caçador e a Coletora


Entender o comportamento do consumidor é uma das atribuições das mais importantes para um profissional de Marketing. Pode até parecer frase feita, pois, com toda razão, muitos podem argumentar que pensar em termos de preço, promoção, ou a distribuição com o desenvolvimento dos meios virtuais, são os mais importantes. É claro que muito dependerá do ponto de vista de cada um, mas, se não entendermos os consumidores, todas as demais estratégias podem não ter o efeito desejado. Sendo assim, ainda defendo a sua importância para o estudo mercadológico.
O comportamento do consumidor, além da importância já citada, requer um trabalho intenso por parte do marketólogo, o que, naturalmente eu não teria espaço neste post para explicá-lo detalhadamente. Portanto, irei me ater a um fator muito determinante na hora de pensar em Marketing: porque os homens são diferentes das mulheres na hora da compra?
Os homens são diferentes das mulheres não apenas pelos produtos que compram, mas também como compram.
As mulheres são mais metódicas. Gostam de pesquisar, ver todas as opções disponíveis (veja quantas caixas de sapato um vendedor trás quando atende uma mulher), troca informações com as amigas (em muitas vezes compram juntas) e vendedores, enfim, é um processo de compra mais demorado, sistematizado e complexo.
Já os homens são mais diretos e precisos. Escolhem aquilo que desejam e vão direto como um tubarão quando sente a presença de sua presa. Não querem ninguém conversando com eles e, quanto menos conversa existir, melhor.
Mas porque existem tantas diferenças assim? Talvez a teoria da evolução possa nos explicar.
Estudos mais detalhados do comportamento do consumidor, tendo como subsidio outras áreas de conhecimento como a antropologia e biologia, mencionam que estas diferenças estão gravadas em nosso DNA desde os primórdios. É graças a estas diferenças que conseguimos chegar até hoje e, naturalmente, por nos beneficiar, ainda mantemos estas características em uso, por mais que não  esteja em nosso consciente. Como os teóricos afirmam que nossa decisão de compra é quase que 80% tomada no subconsciente, dá para imaginar a força destes instintos.
Na época, se assim podemos dizer das cavernas, os homens saiam para caçar enquanto as mulheres ficavam em casa (ou na caverna). Isso naturalmente ocorria devido as diferenças em termos físicos entre homens e mulheres.
Em seu processo de caça os homens tinham que ser certeiros. Ficavam a espreita de sua caça em silêncio, pois qualquer ruído poderia espantá-la. Quando a avistavam não podiam errar. Tinham que escolher de forma rápida e direta qual a mais adequada para o sustento de sua família e... partir para o ataque. Em muitas situações só teriam uma chance e não poderiam desperdiçá-la.
Já as mulheres além da cuidar da casa eram as coletoras. Saíam com suas amigas para colher frutos para a alimentação da casa. Neste processo iam em grupo, conversando sobre amenidades. Quando se deparavam com uma árvore com frutos tinham que ter paciência e escolher aqueles melhores. Era um processo meticuloso de escolha, troca de informação com as amigas e análise das alternativas.
Os homens eram caçadores que não podiam perder a sua presa. As mulheres eram coletoras que tinham que escolher adequadamente os frutos.
Notaram alguma similaridade com as diferenças na hora da compra? O processo de compra não se assemelha as caçadas antigas, afinal estamos comprando produtos para garantir a nossa sobrevivência?
Portanto, facilite a vida do caçador. Deixe que ele domine a situação e escolha a sua presa sem atrapalhá-lo no processo.
Ajude a coletora a escolher melhor entre todas as alternativas. Mostre opções e, quando ela quiser conversar, escute-a.
Notaram como é complexo entender o comportamento do consumidor? Entenderam porque as mulheres gostam de conversar sobre o dia que tiveram e os homens, em algumas situações não tem paciência para ouvir os detalhes e querem saber, logo, o final da história?  As teorias da evolução explicam...

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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Nova propaganda da Del Valle


Finalmente a Coca-Cola se rendeu a força da marca Del Valle. Após um bom tempo fora da mídia (acho que desde que foi adquirida) e tendo que dividir a sua embalagem com outras marcas do portfólio de sucos da empresa o que enfraquecia sua imagem (o objetivo era que se tornasse a marca guarda-chuva de Kapo e Sucos Mais), agora a marca esta com a importância que merece. A nova propaganda da empresa trás um ótimo posicionamento ligado a aspectos emocionais e ao cotidiano entre mães e filhos e, com certeza, muitos se irão se identificar com a situação. Não chega a ser sentimental ao extremo, esta na dose certa. Boa volta para a marca.


quarta-feira, 10 de abril de 2013

Propaganda do Classe A


Já esta gerando polêmica o novo comercial do Mercedes Benz Classe A no qual tem como trilha sonora o Hit “Lek-lek”. Bom, se o objetivo da agência era gerar comentários em todas as redes de contato, sejam pessoais ou digitais, eles conseguiram. Todos estão falando a respeito da peça publicitária, muitos contra e outros a favor. Parece uma disputa bem equilibrada no qual, o ponto principal é que as pessoas não estão acreditando como a empresa resolveu usar esta música.
É uma questão de posicionamento. O espaço que a marca ocupa na mente dos consumidores em mercado brasileiro não condiz com o estilo da propaganda.
Bom, se o objetivo era gerar um viral para a marca, conseguiram. Agora se vai reverter em vendas isso é outra história. Muitos irão indagar que nem todas as propagandas têm como objetivo gerar vendas (isso eu sei)!, mas, em um mercado como o automobilístico no qual as empresas brigam palmo a palmo, ou carro a carro, por percentuais de mercado, criar uma campanha apenas para gerar um burburinho... é para se pensar.
Talvez a ideia da empresa foi copiar os famosos (e chatos) pôneis malditos que, para muitos, foi responsável pelo aumento das vendas da montadora. Apenas esquecem de dizer que a Nissan fez investimentos em varias outras estratégias de Marketing para conseguir aumentar sua participação de mercado e não apenas em seu pôneis.
Enfim, é apenas uma propaganda.  Vamos dar um pouco de risada e comentar com os nossos amigos.        


domingo, 7 de abril de 2013

Um mercado em evolução?


Muitas vezes me perguntam como satisfazer as necessidades e desejos dos consumidores para assim conseguir ter uma empresa orientada para o Marketing. Em algumas situações não tenho tempo de explicar as bases de um processo mercadológico (como eu gostaria de explicar), portanto apenas respondo: Faça o básico. Cumpra o que prometeu.
Vejo o ar de frustração com a resposta, afinal a pergunta foi feita a um profissional de Marketing e queriam uma receita mágica ou o “pulo do gato”. Mas, em mercados em evolução como o brasileiro, que ainda estamos aprendendo a ser consumidores conscientes de nossos direitos, fazer o básico, por incrível que possa parecer esta se tornando um diferencial competitivo. Sabe por quê? Porque a maioria das empresas não se interessa em entregar o que foi prometido aos consumidores e, muitas delas, se aproveitam da boa intenção dos consumidores para enganá-los.
Neste final de semana uma reportagem na rede Record apresentou como algumas empresas usam o famoso “jeitinho brasileiro” para enganar os consumidores e poder lucrar alguns trocados em cada transação. São práticas parecidas como aquelas feitas alguns anos atrás em que empresas colocavam metragens diferentes (a menor) nos rolos de papel higiênico. Agora as tramoias vão desde diferenças no peso de bolos em padarias (não é habito dos consumidores conferirem se o peso da etiqueta é realmente o verdadeiro) como a famosa tática de encher os copos com gelo e assim oferecer menos quantidade do refrigerante (o que também não verificamos se realmente a quantidade que estamos comprando é de refrigerante ou de gelo).
A reportagem foi muito boa, pena que não mostraram, como faz o Fantástico com o seu teste do Inmetro, o nome das empresas que usam desta prática para lesar os consumidores. Seria uma ótima oportunidade de valorizar aquelas que realmente respeitam os seus consumidores.
Infelizmente é uma triste constatação, mas para satisfazer as necessidades e desejos dos consumidores e tornar-se melhor que os seus rivais de mercado, basta apenas cumprir aquilo que foi prometido. Somente quando todas as empresas pensarem desta forma poderemos passar para o próximo estágio e assim pensar em diferenciais para agregar valor as ofertas.
É a evolução natural dos mercados.

Este artigo é informação livre. Copie, distribua, envie por e-mail ou publique em seu site. Apenas informe a fonte: http://desmistificandoMarketing.blogspot.com

domingo, 17 de março de 2013

Nova propaganda do Red Bull


Muito interessante à nova propaganda do Red Bull. Achei muito boa a ênfase em seu posicionamento mercadológico. Agora esta mais ligada aos verdadeiros atributos que a marca pretende passar ao mercado. Substituíram as campanhas recheadas de humor (que também eram boas e também transmitiam seu posicionamento, mas forma diferente) por uma mensagem voltada à superação, vitória e determinação.  
Ao que parece a mudança tem haver com as novas estratégias da companhia para o Brasil que começou com os novos sabores de seu produto.


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